John Hughes, o homem por trás dos melhores filmes dos anos 80

Curtindo a vida adoidado; Clube dos cinco; Mulher nota 1000, esses são alguns dos maiores sucessos dos anos 80 e que até hoje faz parte do imaginário de adultos e adolescentes no mundo inteiro. E esses três filmes têm algo em comum, John Hughes foi o diretor e a mente criativa por trás desses clássicos dos anos 80.

Ele foi roteirista, produtor e diretor de vários filmes, tanto nos anos 80 quanto nos anos 90. Seu último trabalho foi como roteirista no filme Drillbit Taylor, em 2008, John Hughes faleceu 1 ano depois, em 2009, vítima de um ataque cardíaco.

Veja uma lista com o 5 melhores filmes dele, na minha singela opinião:

1- Sixteen Candles (1984)

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O filme narra as desventuras da garota Samantha Baker que, dentre outras coisas, gosta de um rapaz que namora outra moça mais bonita, é assediada por um rapaz inconveniente e ainda tem a festa de seu aniversário de dezesseis anos esquecida.

2- Clube dos Cinco (1985)

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A história mostra um dia na vida de cinco adolescentes que, por terem se comportado mal na escola, ficam detidos um sábado inteiro e tendo que redigir um longo texto, com mais de mil palavras, sobre o que eles pensam sobre si mesmos. Apesar de muito diferentes, eles acabam se conhecendo melhor e dividindo seus dramas pessoais.

3- Mulher Nota 1000 (1985)

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Dois nerds adolescentes – Gary Wallace e Wyatt Donnelly – tentam resolver seus problemas amorosos criando uma mulher perfeita através de uma simulação de computador. Uma tempestade inesperada faz com que a simulação ganhe vida e a mulher, Lisa, se materializa milagrosamente e foge ao controle de seus criadores.

4- A Garota de Rosa Shocking (1986)

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Uma garota pobre, que estuda em colégio de ricos, se apaixona por um dos colegas e precisa se dividir entre sua vida simples, e a vida dos colegas que é bem diferente do que el é acostumada.

6- Curtindo a Vida Adoidado (1986)

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No último semestre do curso do colégio, Ferris Bueller sente um incontrolável desejo de matar a aula e planeja um grande programa na cidade com sua namorada, seu melhor amigo e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor do colégio e de sua irmã.
Não posso deixar de mencionar que John Hughes é responsável por uma das minhas comédias preferidas, Férias Frustradas.

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Eu indico: W.E. – O romance do século

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Eu sempre admirei muito a Madonna, não somente como cantora mas como pessoa. Sua força e independência sempre me atraiu. Quando eu soube que ela iria dirigir um novo filme eu fui correndo pesquisar sobre o que se tratava o roteiro e eu descobri que era uma história verídica e que marcou muitas pessoas em meados da década de 40.

O filme não chegou a ser exibido nas salas de cinema daqui de Goiânia e por esse motivo eu acabei esquecendo de assisti-lo. Mas em um dia daqueles bem entediantes eu zapeava pelos canais de tv e vi que esse filme iria começar, foi então que eu comecei a assistir W.E. – O romance do século, 2º filme dirigido pela Rainha do Pop.

O longa narra a história de Wallis Simpson (1896-1986) americana divorciada, e o futuro ex-rei da Inglaterra Edward VIII (James D’Arcy), e uma jovem vivendo em 1998 chamada Wally (Abbie Cornish), obcecada pela figura da mulher pela qual ela recebeu o mesmo nome.

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A narrativa mistura elementos das década de 30 e 40 com os acontecimentos vividos pela Wally em 1998. As duas personagens centrais chegam a se interagir, por meio de alucinações vividas pela sofrida personagem de Abbie Conish, esse é o ponto mais interessante do filme, os momentos em que elas se encontram são os mais interessantes, principalmente pelos diálogos e os conselhos de Wallis Simpson.

Apesar da história verídica do rei que largou tudo para viver um grande amor com Wallis, a história de Wally me deixou mais interessada, talvez por ainda não saber o desfecho.

Confesso que como diretora Madonna é uma ótima cantora, mas o filme em si é bom e chega a ter momentos emocionantes, além da fotografia que é bem bonita. Eu indico esse filme para o público feminino que se interessa por histórias de mulheres fortes e independentes.

O filme rendeu um Globo de Ouro para melhor canção original, a música Masterpiece interpretada pela própria Madonna, eu particularmente adoro essa música, é muito bonita e tem uma batida gostosa de ouvir. E parece que ela tomou gosto pela profissão de diretora, tudo indica que ela já está produzindo um 3º filme.

Confira o trailer do filme:


E se você quiser conferir a música que rendeu um Globo de Ouro para Madonna:


 

Já assistiu? Me conta as suas impressões sobre o filme 🙂

As melhores “panelinhas” do cinema

Não tem como negar, existe sim uma “panelinha” no cinema hollywoodiano. Aqueles atores que sempre são vistos nos filmes dos mesmo diretores, ou aquelas participações mais do que especiais em filmes dos amigos.

Veja aqui algumas das parcerias mais conhecidas do cinema hollywoodiano.

– Johnny Depp e Tim Burton

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Os dois se encontraram no início dos anos 90 e desde então frequentemente fazem parcerias em filmes. É uma das panelinhas mais famosas do cinema, e pode-se dizer que uma das mais lucrativas.

Até hoje eles participaram de 8 filmes juntos: “Edward Mãos-de-Tesoura” (1990), “Ed Wood” (1994), “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005), “A Noiva Cadáver” (2005), “Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet” (2007), “Alice no País das Maravilhas” (2010) e “Sombras da Noite” (2012).

E essa parceria se estende para a família de Burton (sua esposa Helena Bohan Carter) que esteve em muitos desses filmes, ou seja, não é uma dupla mas um trio 🙂

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– Leonardo Di Caprio e Martin Scorsese

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    O Léo pode  não ter um Oscar, mas ele tem o Martin Scorsese para dirigi-lo em ótimos filmes. Essa parceria já rendeu 5 filmes: “Gangues de Nova York” (de 2002), “O Aviador” (de 2004), “Os Infiltrados” (de 2006), “Ilha do Medo” (de 2010), e “Lobo de Wall Street” (de 2013). E vem muito mais por aí, pois ambos estão cheios de projetos.

– Adam Sandler, Allen Covert, Chris Rock, David Spade, Kevin James e Rob Schneider

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    Adam Sandler adora trabalhar com seus amigos, e sempre dá um jeito de encaixá-los em suas produções, mesmo que seja em pequenas participações. Nos filmes Gente Grande e Gente Grande 2 os amigos dele aparecem com personagens de maior destaque, e a química entre a turma é visível. Além dos atores citados, Steve Buscemi (Boardwalk Empire) é figurinha recorrente nos filmes do Adam Sandler.

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    Formada por nomes como Paul Rudd, Seth Rogen, Jason Segel e Jonah Hill, James Baruchel, Leslie Mann e James Franco, eles se intitulam “Apatow Gang” devido ao apoio de Judd Apatow, produtor, roteirista e diretor da maioria dos filmes dessa “gangue”. Eles são reconhecidos pelas comédias mais famosas dos últimos anos, e assim como Adam Sandler e sua turma, eles emprestam seus rostinhos em pequenas participações nos filmes dos amigos.

– “Frat Pack”

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    Confesso que pensei muito antes de colocar essa “panelinha” aqui, mas digamos que ela já teve seu sucesso no final dos anos 90 e início dos anos 2000. Formada por nomes de peso como: Will Ferrell, Jack Black, Ben Stiller, Owen Wilson, Luke Wilson, Steve Carell e Vince Vaughn. Essa turma foi responsável por vários sucessos, mas ultimamente estão meio divididos e não fazem mais tantos filmes juntos como antigamente, mas eles tem sua parcela de responsabilidade nas mais famosas panelinhas de Hollywood, afinal, até um nome próprio essa turma tem.

E aí, conhece mais alguma parceria relevante no cinema? Compartilhe comigo 🙂

5 filmes sobre amizade

    Eu sou uma pessoa difícil de fazer amizades, talvez seja a timidez ou a eterna desconfiança, e por esse motivo eu sempre gostei de filmes que têm como tema central “amizade”, eu sempre assisti muitos filmes, mas esses me marcavam muito. é por esse motivo que eu decidi listar meus 5 filmes preferidos sobre amizade, não são filmes vencedores do Oscar, mas cada um tem um motivo especial para estar nessa lista.

5- Quatro Amigas e um Jeans Viajante (2005), direção: Ken Kwapis

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Sinopse: Quatro amigas fazem um pacto de permanecerem unidas mesmo quando, nas férias de verão, elas se separam pela primeira vez. Para tanto, elas compram calças jeans que se ajustam perfeitamente e usam como uma forma de “estarem em contanto” e unidas mesmo a distância.

4- Ponte para Teratíbia (2007), direção: Gabor Csupo

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Sinopse: Jess Aarons sente-se um estranho na escola e até mesmo em sua família. Durante todo o verão ele treinou para ser o garoto mais rápido da escola, mas seus planos são ameaçados por Leslie Burke, que vence uma corrida que deveria ser apenas para garotos. Logo Jess e Leslie tornam-se grandes amigos e, juntos, criam o reino secreto de Terabítia, um lugar mágico onde apenas é possível chegar se pendurando em uma velha corda, que fica sobre um riacho perto de suas casas. Lá eles lutam contra Dark Master e suas criaturas, além de conspirar contra as brincadeiras de mau gosto que são feitas na escola.

3- Os Goonies (1985), direção: Richard Donner

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Sinopse: Com os prédios de seu bairro estando prestes a ser demolidos, o que forçará a mudança de todos os residentes do local, um grupo de garotos resolve organizar uma cerimônia de despedida do local. Quando descobrem um legítimo mapa do tesouro, capaz de torná-los ricos e evitar a destruição de suas casas, Os Goonies resolvem partir em uma grande aventura.

2- As Vantagens de ser Invisível (2012), direção: Stephen Chbosky

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Sinopse: Charlie (Logan Lerman) é um jovem que tem dificuldades para interagir em sua nova escola. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Sua professora de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si…  Até o dia em que dois amigos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), passam a andar com ele.

1- Conta Comigo (1986), direção: Rob Reiner

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Sinopse: Em uma pequena cidade florestal do Oregon, quatro amigos – o sensível Gordie (Wil Wheaton), o durão Chris (River Phoenix), o destemido Teddy (Corey Feldman) e o acovardado Vern (Jerry OConnell) – estão à procura do corpo de um adolescente desaparecido. Querendo ser heróis diante dos amigos e aos olhos da cidade, eles partem numa inesquecível viagem de dois dias que se transforma em uma odisséia de autodescoberta.  Eles fumam escondidos, contam casos assustadores e descobrem que precisam ficar unidos e encontrar forças que nem imaginavam possuir. Baseado no romance “The Body”, de Stephen King.

“Mais velho, nunca tive algum amigo como aqueles de quando eu tinha 12 anos. Jesus, e alguém teve?”  (Conta Comigo – 1986)

Crítica: X-men – Dias de um futuro Esquecido

X-men

Quando ouço algo sobre X-men, pensamento saudosistas que me remetem à infância passam pela minha cabeça. A saga dos mutantes sempre foi a minha preferida entre todas as histórias de super heróis. Começou com o desenho, que eu assistia fielmente todos os dias e depois com o filme em meados de 2000. Mesmo com os vários tropeços no roteiro, principalmente em X-Men O confronto Final, eu sempre acompanhava os filmes.

Após o sensacional X-Men First Class, eu sabia que a série iria voltar com força total, e realmente foi o que aconteceu.

X-men – Dias de um futuro Esquecido traz as duas fases dos filmes, com os personagens mais velhos oriundos da primeira trilogia e a nova/antiga geração, com os personagens mais “jovens”.

Com cenas de ação inspiradas, e “novos” personagens interessantes (destaque para Mercúrio) a trama é bem amarrada e consegue ter sucesso ao juntar a franquia antiga com a nova. É claro que tem algumas falhas no roteiro, mas isso é comum em franquias grandes.

Com a volta do diretor Bryan Singer, os X-Men voltaram a ser o que todos os fãs esperavam. O mais importante para mim é que o filme continuou respeitando tudo o que já foi feito em toda a história cinematográfica dos mutantes, e não preferiu começar do zero, como muitos pensaram que aconteceria após X-Men First Class, e como foi feito com Homem-Aranha.

X-Men- Dias de um futuro esquecido é como se fosse um pedido de desculpas pelos erros do passado ( X-Men: O confronto Final). Para os fãs saudosistas dos dois primeiros filmes, esse novo é um prato cheio 😀 E eu, como fã da saga dos mutantes, aceito o pedido de desculpas, e que venham os próximos filmes.

E você, o que achou do filme? Conte para mim a sua opinião 🙂

 

Minhas 6 animações favoritas.

O carnaval está chegando, e se você é dauqueles que curtem do bloco dos que ficam em casa, confiram a minha lista com as 6 animações que eu mais gosto. Foi bem difícil escolher entre as melhores, a lista começou com as 5 melhores, mas não aguentei e adicionei mais um filme.

Minhas animações favoritas.

Anastasia (1997)

Aparentemente o Czar e toda a sua família morreram durante a Revolução Russa, mas após alguns anos surge um boato de que a Princesa Anastasia teria sobrevivido. Como sua avó, a grã-duquesa imperial que vive em Paris, ofereceu uma recompensa de 10 milhões de rublos para quem encontrasse sua neta, apareceram várias “Anastasias” sonhando ficar com a recompensa. Em Moscou, Dimitri e Vladimir se esforçam para encontrar uma jovem que se aparente com a princesa desaparecida e, assim, possam ganhar a recompensa. Quando estão quase desistindo encontram Anya, uma jovem órfã que não se lembra do seu passado mas tem tudo para se fazer passar por Anastasia. Assim, começam a ensaiá-la e rumam para Paris, mas gradativamente Dimitri passa a acreditar que Anya é realmente a princesa desaparecida e isto lhe parece atr, pois está apaixonado por ela e sabe que nunca permitirão que um plebeu se case com alguém da realeza.

Esse foi o primeiro filme de princesa que eu realmente gostei, mesmo não sendo da Disney, Anastasia é um filme recheado de belas canções e uma linda história de amor. Eu assisti repetidas vezes na minha infãncia, e até hoje eu assisto, quando surge a oportunidade.

Vida de Inseto (1998)

Todo ano, os gananciosos gafanhotos exigem uma parte da colheita das formigas. Mas quando algo dá errado e a colheita é destruída, os gafanhotos ameaçam atacar, e as formigas são forçadas a pedir ajuda a outros insetos para enfrentá-los numa batalha.

É a segunda animação feita com a parceria Disney&Pixar, e claro, atendeu todas as expectativas, é um filme engraçado e com um roteiro muito inteligente, que transmite uma lição de moral no final. Faz anos que não assisto, até bateu uma saudade desse filme.

Tarzan (1999)

Após um acidente no mar, que causa o naufrágio de um navio na costa da África, um casal inglês acha um modo de ir até a praia com o filho deles, um recém-nascido. Entretanto, os pais são mortos por um leopardo, enquanto que o bebê fica entregue a própria sorte. A criança é achada por uma gorila, Kala (Glenn Close), a companheira de Kerchak (Lance Henriksen), o líder da tribo de macacos. Kerchak é surpreendido pela criança abandonada e quer que ela seja deixada na selva. Por outro lado a natureza materna de Kala é tocada, para não mencionar as suas recordações por ter perdido a própria cria. Kala e Kerchak ficam com o bebê e lhe dão o nome de Tarzan, que é criado junto com os outros macacos. Tarzan cresce até se tornar adulto, até que sua vida é mudada para sempre com a chegada de Archimedes Q. Porter (Nigel Hawthorne), um explorador, juntamente com Jane Porter (Minnie Driver), sua filha, e Clayton (Brian Blessed), um caçador que está servindo de guia. Archimedes e Jane foram até a África para estudar a vida selvagem em seu habitat natural, embora Clayton prefira aprisionar o maior número possível de gorilas, pois cada um vale trezentas libras. Quando os exploradores encontram Tarzan eles pensam no princípio que descobriram o elo perdido, mas logo percebem que ele é tão humano quanto eles. Tarzan se vê dividido entre o desejo de estar com gente da sua espécie, além das emoções novas e pouco conhecidas que sente em relação a Jane, e a lealdade dele para a família de gorilas que o criou, especialmente quando Clayton não vê os macacos como amigos mas sim como presas.

Emoção pura, é o que posso dizer sobre esse filme, mesmo com a história batida, Tarzan sabe emocionar qualquer um que assiste. E a música “You’ll Be in My Heart” é sensacional.

Frozen – Uma Aventura Congelante (2013)

A caçula Anna (Kristen Bell/Gabi Porto) adora sua irmã Elsa (Idina Menzel/Taryn Szpilman), mas um acidente envolvendo os poderes especiais da mais velha, durante a infância, fez com que os pais as mativessem afastadas. Após a morte deles, as duas cresceram isoladas no castelo da família, até o dia em que Elsa deveria assumir o reinado de Arendell. Com o reencontro das duas, um novo acidente acontece e ela decide partir para sempre e se isolar do mundo, deixando todos para trás e provocando o congelamento do reino. É quando Anna decide se aventurar pelas montanhas de gelo para encontrar a irmã e acabar com o frio.

É uma animação bem recente, e que me surpreendeu, estou um pouco cansadas dessas novas animações que nunca mudam, e são todas parecidas, mas Frozen me lembrou as animações de antigamente, e é por isso que eu gostei.

A Nova Onda do Imperador (2000)

Em um reino mítico e rodeado de montanhas, o jovem e arrogante Imperador Kuzco transformado em uma lhama por sua conselheira, a poderosa bruxa Yzma. Perdido na floresta, a única chance de Kuzco recuperar seu trono contando com a ajuda de Pacha, um simplório camponês. Mas ambos precisarão enfrentar a bruxa Yzma antes de concluir sua jornada.

Sensacional, é de longe a minha animação preferida. É extremamente divertido, e claro, possui a famosa lição de moral no fim. Se você não assistiu não perca tempo, é garantia de muitas gargalhadas.

Procurando Nemo (2003)

O passado reserva tristes memórias para Marlin nos recifes de coral, onde perdeu sua esposa e toda a ninhada. Agora, ele cria seu único filho Nemo com todo o cuidado do mundo, mas o pequeno e simpático peixe-palhaço acaba exagerando durante uma simples discussão e acaba sendo capturado por um mergulhador. Agora, o pai super protetor precisa entrar em ação e parte numa busca incansável pelo mar aberto, na esperança de encontrar seu amado filhote. No meio do caminho, ele acaba conhecendo Dory e, juntos, a dupla vai viver uma incrível aventura. Enquanto isso, Nemo também vive uma intensa experiência ao lado de seus novos amigos habitantes de um aquário, pois eles precisam ajudá-lo a escapar do destino que lhe foi reservado: ir parar nas mãos da terrível Darla, sobrinha do dentista que o capturou.

Procurando Nemo conquistou o mundo inteiro com suas fofurices, é impossível não se afeiçoar aos personagens que são tão fofos (Dory <3). Esse filme não poderia faltar na minha lista.

 

FONTE: Adoro Cinema

Frances Ha, o conto de fadas urbano.

Frances Ha (2012)

Frances Ha (2012)

Com uma trilha sonora que vai desde Georges Delerue até David Bowie, Frances Ha é uma delícia de se ouvir e ver.

A obra é uma grande alusão ao nouvelle vague, não só pela trilha sonora (Georges Delerue é considerado o compositor “oficial”), mas pelo realismo presente nas falas e na escolha das imagens em preto e branco, o que na minha singela opinião, foi um ótimo acerto do diretor Noah Baumbach. O filme lembra muito Woody Allen e tem algumas referências que me remetem a Mike Nichols, com seu “Simplesmente Feliz”.

Frances, a protagonista do longa, é uma jovem com vinte e tantos anos que não teve nenhum grande feito na vida, digamos que ela é uma “fracassada”. Trabalha como assistente em uma companhia de dança, mas não é boa o suficiente para fazer parte do elenco principal das apresentações. Porém, ela enfrenta todos os problemas com um otimismo irresístivel. É uma obra bem novaiorquina e que retrata esses novos jovens que buscam um lugar ao sol na famosa Big Apple.

Dance Scene

Frances Ha narra a vida desses jovens (mas nem tanto) que ainda não escolheram que destino seguir na vida, mas que sempre têm a esperança de que coisas boas virão. A Frances é o rosto da minha geração, sou eu, você, ou meus colegas da faculdade. Jovens que precisam crescer, mas preferem esperar muito tempo para que isso aconteça, talvez por medo ou acomodação. Preferem adiar os planos enquanto assiste tv ou acessa a internet.
Frances Ha é o conto de fadas urbano, da nossa geração, e que não precisa apelar para chamar atenção, a sua simplicidade é envolvente. No final do filme, você se vê nessa personagem, cheia de defeitos e qualidades, como qualquer pessoa normal.

Frances Ha

Ficha Técnica:

Nome: Frances Ha

Nome Original: Frances Ha

Origem: EUA

Ano de produção: 2012

Gênero: Comédia, Drama

Duração: 86 min

Classificação: 12 anos

Direção: Noah Baumbach

Elenco: Greta Gerwig, Mickey Sumner, Michael Esper, Adam Driver